sexta-feira, 31 de julho de 2020

HINO


Texto Datilografado elaborado pela própria Altamira 
visando publicá-lo como livro, em três partes:

I-ANTES DA GUERRA
II-DURANTE A GUERRA (a partir de seu diário manuscrito)
III-APÓS GUERRA

(PARTE I)
÷ HINO ÷

     Antes de haver feito algo de concreto pelo nosso amado Brasil, já recebíamos com emoção, um Hino, dedicado a nós, pelo pai de uma das colegas (Virgínia Portocarrero), então Major TITO PORTOCARRERO, o qual transcrevo nas páginas seguintes, a Letra e talvez a Música, se conseguir quem a transponha para o piano somente, pois tenho orquestrada para Banda Militar. Consegui porém quem separasse as partes instrumentais (meu sobrinho), com o fim de futuramente gravar um disco, contendo numa face o Hino de Guerra e na outra o Hino de Paz, cuja Letra é de: Maria Eugenia Celso e a música só para piano, de Eduardo Souto, estampando na capa a figura de “ANNA NERY”. Imaginei estampar também na capa do hino militar a heroína, DONA MARIA DE JESUS, ou seja MARIA QUITÉRIA. Se ainda não o fiz foi devido tão somente à minha longa enfermidade, mas tenho fé em Deus de que um dia poderei fazer com um pequeno grupo selecionado de colegas aptas para tal fim.
     Esta gravação ficará como lembrança e também servirá para tocar nas solenidades profissionais, congressos, etc. Também se poderá vender as reproduções das músicas com as letras e discos, afim de cobrir as próprias despesas decorrentes, fazendo ao mesmo tempo propaganda a difusão.
     Nota: Antes do Exmo. Sr. General Tito Portocarrero falecer, falei-lhe em sua residência, sobre esta minha ideia e ele consentiu. Não podia imaginar que ele se fosse tão cedo e por isso não tenho autorização por escrito. Porém penso que não haverá crime nessa minha intensão, pois que ambos os hinos nos pertencem como enfermeiras de guerra e de paz. A seguir a Letra do Hino:
     O nome todo de “Ana Neri” era: D. Anna Justina Ferreira Nery.
     E de “Maria Quitéria” era: Maria Quitéria de Jesus Medeiros.
     Sobre o “Hino de Ana Neri”, tenho os 50 últimos exemplares da Música (última edição), que consegui adquirir depois de muita dificuldade, pois não se encontram mais na praça, com o fim de difundi-los, facilitando assim as colegas que o desejem.

HINO DA ENFERMEIRA DA RESERVA DO EXÉRCITO
(Letra e música do Major TITO PORTOCARRERO)
-I-
     Ao lado da falange brasileira,
     Sempre altaneira,
     Sempre viril,
     Marchamos para a Glória da enfermeira,
     Sob a bandeira
     do meu Brasil.
     De Anas Neris, Quitérias, Ludovinas,
     As heroínas
     Nossos padrões,
     Herdamos a bravura
     E a ternura
     Que se agasalham em nossos corações.
-II-
     Soldado brasileiro,
     Ó companheiro
     De ideal:
     Unamos nossas glórias
     Nossas vitórias,
     Na vitória final;
     Aliados entoemos, a cada tiro de fuzil;
     Viva a América,
     Viva o Brasil!
-III-
     Soldado Brasileiro em tuas fardas,
     Eterno guardas
     As tradições
     Dos feitos memoráveis de Caxias
     Que são teus guias
     Nas aflições.
     Terás na luz constante do Cruzeiro
     Fiel companheiro
     A te iluminar
     E em cada uma enfermeira
     Brasileira
     A mão fagueira
     Para te amparar.

-§§§-
Nota: a seguir, tentarei a música.
Consegui a música que será publicada se o Exército aprovar. Apenas a parte de canto, pois toda orquestração com todas as partituras instrumentais ficaria demais aqui. (APV)



INFORMAÇÕES ADICIONAIS: 




O manuscrito original do autointitulado “Diário de Guerra” - nome que a própria autora (Altamira) dá ao seu diário, encontra-se sob a guarda permanente do “Centro de Documentação da II Guerra Mundial Cap. Enf. da FEB Altamira Pereira Valadares” e possui dois volumes de encadernação simples. O primeiro compreende o período de [28/08/1944 com excertos desde o dia 04/08/1944 a 28/04/1945] e o segundo volume, de 29/04/1945 a 22/08/1945. Além dos dois volumes manuscritos,  Altamira datilografou o que ela chamou de livro com a sugestão do título ”Febianas”, numa releitura pessoal entre os anos de 1961 a 1970. Foi nesse livro datilografado que a autora inseriu fotos, cartas, desenhos, etc. já com desejo de publicação de seus relatos. Vale ressaltar que entre os diários manuscritos e o livro datilografado há supressão ou acréscimo de impressões e relatos.

Nota do Centro de Documentação: O texto datilografado por Altamira foi transcrito com a atualização da ortografia, mantendo a integridade das palavras e pontuações, mesmo quando aparentemente foram utilizadas de forma equivocada pela autora.

Copyright©1994-2020 Centro de Documentação da II Guerra Mundial Cap. Enf. Ref, da FEB Altamira Pereira Valadares. Todos os direitos reservados. Todos os textos e imagens são protegidos por direitos autorais e outros direitos de propriedade intelectual pertencentes ao Centro de Documentação da II Guerra Mundial Cap. Enf. Ref da FEB Altamira Pereira Valadares. 

É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo sem a prévia autorização do Centro de Documentação da II Guerra Mundial Cap. Enf. Ref da FEB Altamira Pereira Valadares.

NOMEAÇÕES


Texto Datilografado elaborado pela própria Altamira 
visando publicá-lo como livro, em três partes:


I-ANTES DA GUERRA
II-DURANTE A GUERRA (a partir de seu diário manuscrito)
III-APÓS GUERRA
PERÍODO DE PREPARAÇÃO APÓS CONVOCAÇÃO
11 de maio de 1944
Enfermeiras selecionadas para treino afim de serem futuras monitoras
Da direita para a esquerda:
1- Carmem Bebiano
2- Virgínia M.N. Portocarrero
3- Lúcia Osório
4- Maria de Lourdes Vasconcelos
5- Ignácia de Melo Braga


(PARTE I)
÷ NOMEAÇÕES ÷

     O “Diário Oficial” (Secção I), de quinta-feira, dia 6 de Abril de 1944, pág.nº.6.165, publicou o seguinte:-

÷ GABINETE DO MINISTRO ÷
Expediente do dia 5 de Abril de 1944

     O Ministro de Estado da Guerra resolve nomear enfermeiras de 3ªCLASSE, do “Quadro de Enfermeiras da Reserva do Exército”.
Quadro esse criado pelo Decreto-lei nº 6097, de 13 de dezembro de 1943. Exclusivo provedor de enfermeiras militares, para a Força Expedicionária Brasileira.
     “A enfermeira incluída no referido Quadro fica pertencendo a Reserva do Exército, até a idade de 48 anos, inclusive.
     Enquanto pertencer à Reserva do Exército e quando em serviço ativo por efeito de convocação, fica a enfermeira sujeita à legislação militar em vigor, no que lhe for aplicável.”
÷ § ÷
     As primeiras nomeadas foram as da nossa 1ª turma do D.F. e, em seguida, foram sendo as demais, à medida que terminavam o curso, perfazendo um total final de 215 enfermeiras.
     Éramos todas iguais, sem diferença de classe. Não tínhamos posto, pertencíamos a um círculo à parte, fato esse que não estava bem certo, em virtude do respeito a que nos deviam conceituar o Exército e o Povo, pois se tratavam das primeiras brasileiras militares, que deveriam envergar o uniforme do Exército.
     E, pela primeira vez na história militar de nossa Pátria, a mulher brasileira tem a honra de ingressas oficialmente, para participar de uma guerra e, no estrangeiro!
     Nunca em nossa vida, vimos tantas enfermeiras, com uniformes diversos, mesmo engalanados, transitar pela cidade inteira, durante o período de intensa agitação geral, causada pelos efeitos próximos da guerra!
     Como o “D.C.” contem algumas colegas que não foram, extrairei uma Relação à parte, que irá no final do livro.



INFORMAÇÕES ADICIONAIS: 



O manuscrito original do autointitulado “Diário de Guerra” - nome que a própria autora (Altamira) dá ao seu diário, encontra-se sob a guarda permanente do “Centro de Documentação da II Guerra Mundial Cap. Enf. da FEB Altamira Pereira Valadares” e possui dois volumes de encadernação simples. O primeiro compreende o período de [28/08/1944 com excertos desde o dia 04/08/1944 a 28/04/1945] e o segundo volume, de 29/04/1945 a 22/08/1945. Além dos dois volumes manuscritos,  Altamira datilografou o que ela chamou de livro com a sugestão do título ”Febianas”, numa releitura pessoal entre os anos de 1961 a 1970. Foi nesse livro datilografado que a autora inseriu fotos, cartas, desenhos, etc. já com desejo de publicação de seus relatos. Vale ressaltar que entre os diários manuscritos e o livro datilografado há supressão ou acréscimo de impressões e relatos.

Nota do Centro de Documentação: O texto datilografado por Altamira foi transcrito com a atualização da ortografia, mantendo a integridade das palavras e pontuações, mesmo quando aparentemente foram utilizadas de forma equivocada pela autora.


Copyright©1994-2020 Centro de Documentação da II Guerra Mundial Cap. Enf. Ref, da FEB Altamira Pereira Valadares. Todos os direitos reservados. Todos os textos e imagens são protegidos por direitos autorais e outros direitos de propriedade intelectual pertencentes ao Centro de Documentação da II Guerra Mundial Cap. Enf. Ref da FEB Altamira Pereira Valadares. 

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domingo, 19 de julho de 2020

FALTAM 12 DIAS!



A partir de 31 de julho, colocaremos diariamente o Diário de Altamira escrito durante a Guerra. O diário será disponibilizado na transcrição sem alteração da forma escrita neste blog.



Esta foto, pertencente ao acervo do Centro de Documentação da II Guerra Mundial e corresponde ao registro do treinamento na Escola de Educação Física do Exército no Forte São João (Rio de Janeiro), dia 20 de fevereiro de 1944, com a primeira turma de enfermeiras voluntárias para servir à Força Expedicionária Brasileira. No centro da foto está o Tenente Mangia, a auxiliar D.Iris Etienne (apelido Nini) e Enny do Saumme. Altamira está sentada na frente, arrumando o cabelo (marca de X na foto).


Copyright©1994-2020 Centro de Documentação da II Guerra Mundial Cap. Enf. Ref, da FEB Altamira Pereira Valadares. Todos os direitos reservados. Todos os textos e imagens são protegidos por direitos autorais e outros direitos de propriedade intelectual pertencentes ao Centro de Documentação da II Guerra Mundial Cap. Enf. Ref da FEB Altamira Pereira Valadares. 

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terça-feira, 2 de julho de 2019

25 ANOS DO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO DA II GUERRA




No último dia 08 de maio (Dia da Vitória), o Centro de Documentação da II Guerra Mundial – Cap. Enf. da FEB. Altamira Pereira Valadares, completou 25 anos de funcionamento em anexo construído com recursos da própria Altamira, no Tiro de Guerra 02-047 de Batatais.

Mas esta história começa há 80 anos, quando em 1939, a Polônia foi invadida pelo exército nazista alemão desejoso de retomar suas fronteiras perdidas na I Guerra (1914/1917), sob o comando por Adolf Hitler e com o apoio do governo fascista da Itália e da antiga URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas).

A anexação da Polônia ao estado alemão fez com que a Inglaterra declarasse guerra à Alemanha em 3 de setembro de 1939, dando início a uma guerra, inicialmente europeia, mas que pouco a pouco se estendeu pela Ásia, África e até a América, perdurando até o ano de 1945.

Para entender o que Batatais tem a ver com estes fatos, vale a pena visitar o Centro de Documentação e a nova exposição “Tijolo por Tijolo: trechos da história mundial” que apresenta os bastidores do esforço da capitão Altamira para deixar em nossa cidade registros importantes sobre a II Guerra Mundial e a participação do Brasil, principalmente em relação às enfermeiras brasileiras e aos expedicionários batataenses.





Altamira nasceu em Batatais no dia 15 de julho de 1910 e aqui residiu por toda sua infância e adolescência até que, em finais da década de 20, um médico da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro que gozava de licença prêmio em Batatais, Dr. Hamlet de Cavalcanti Mello, sabendo de sua vontade em trabalhar na área da saúde, a indicou o curso de enfermagem na Escola Anna Nery, no Rio de Janeiro.

A Escola Anna Nery era uma escola padrão em que parte do custo da formação era paga pelo Governo Federal e a outra parte com os serviços de enfermagem. Os requisitos para entrar no curso eram ter 10 anos de estudos e 20 anos de idade completos. E foi com esta idade que em 1930 Altamira partiu para a então capital do Brasil, Rio de Janeiro, cursando enfermagem de 1931 a 1933.

No mesmo ano em que tem início a II Guerra, Altamira fica viúva de seu esposo Hélio Bastos Valadares, permanecendo na capital e seguindo sua carreira como substituta da chefia em todas as especialidades do Hospital São Francisco, docente da Escola Anna Nery e posteriormente integrando o quadro especial da Saúde Pública Federal.

O presidente do Brasil, Getúlio Vargas, procurou manter o país em posição de neutralidade frente à II Guerra, mas em 1941 passou a fazer acordos internacionais para apoiar os Aliados e em troca conseguir financiamento norte-americano para a construção da Usina Siderúrgica de Volta Redonda, obra de grande importância para a industrialização do país. Em 1942, o Brasil rompe relações diplomáticas e comerciais com os países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) e em represália a essa medida, os alemães afundam nove navios brasileiros, matando cerca de 600 pessoas.

Mediante pressão popular, o presidente do Brasil declara guerra no dia 22 de agosto de 1942 e passa a organizar uma Força Expedicionária Brasileira (FEB) em 1943 para combater em solo italiano sob o comando norte americano.



Quando o Exercito chamou as enfermeiras voluntárias para integrar o corpo das enfermeiras da FEB, Altamira percebeu que era chegado o momento de realizar seu ideal e escreveu:

Sinto em mim chegando o momento de agir, dando larga expansão ao que vinha pressentindo em longa latência, desde os meus primeiros anos de vida. Prova é que abracei de há muito a profissão de enfermagem, uma vez que não me fora possível a de medicina, para como irmã caminhar ao seu lado paralelamente.

Sei que serei útil ao meu país e a todos que sofrem nesta hedionda fase de iniquidade. Também sei que não morrerei e ainda viverei muitos anos na terra, antes de chegar a hora bendita de algar as paragens siderais de Deus!



E assim foi. Vivendo até seus 94 anos, Altamira dedicou grande parte de sua vida a contar esta e outras histórias da guerra através de fotos, reportagens, livros, condecorações, objetos, uniformes e outros registros, os quais buscou junto às enfermeiras, expedicionários e embaixadas de vários países. Também deixou escrito um diário que está sendo digitalizado pelo CEDAPH (Centro de Documentação e Apoio à  Pesquisa Histórica) da Unesp e estudado por um grupo de 15 pesquisadores das mais diferentes áreas de atuação das cidades de Franca, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Porto Velho, Brasília e Batatais, com o intuito de lançar um livro até o final deste ano




Todo este acervo está à disposição do público para visitas e pesquisas mediante agendamento pelo telefone 3761 2642.

sábado, 20 de maio de 2017

DIZER O INDIZÍVEL

A partir do dia 06 de maio, o Centro de Documentação Histórica Pesquisa da II Guerra Mundial da Cap. Enfermeira Ref. da FEB Altamira Pereira Valadares, inaugurou a nova exposição em comemoração ao dia internacional dos museus (18 de maio) e a proposta do IBRAM para 2017 "Museus e histórias controversas: Dizer o Indizível"


“Diário de Guerra: A Mulher na II Guerra Mundial, sob o ponto de vista de quem lá esteve”.

Exposição de trechos do diário de Altamira Valadares, que nos fazem refletir sobre a condição humana e a condição da mulher em um ambiente de guerra.



O diário transcrito de Altamira Valadares

03 de novembro de 1944 (quinta-feira) Pisa Levantei-me, e mal tive tempo para me vestir – ordem para descer. Deixei o pouco que me restava em completa desordem. Não tem água para beber, etc. sinto-me triste. Em caminhões, molhadas até os joelhos, fomos todas para um grande edifício em construção por terminar, antigo Centro de Instrução de Paraquedismo Italiano em Pisa, misturadas as enfermeiras e rações – no chão, em padiolas, em camas tripé – uma confusão louca!
 O breakfast dos doentes saiu tarde e o nosso, já havia perdido a esperança e sentia a cabeça estalar, quando tivemos ordem para descer  e nos alimentar, na medida do possível (não sei como conseguiram salvar ainda estes alimentos?!) foi um milagre!Fomos todas distribuídas pelas enfermarias- horário de 12 horas: de 7 às 19 e de 19 às 7hs. Só ficou uma na “OR”. Foi um custo para encontrar os nossos feridos brasileiros – até no sótão, em cima e cheio d’ água, haviam 5 deles.Subi por uma escada e fui até ao telhado e, de lá, vi todo o nosso acampamento inundado até o pico das tendas, em regiões mais baixas. 

(TRECHO DO DIÁRIO)


Fotografias e objetos das enfermeiras na II Guerra


Segredos guardados nas gavetas

Cotidiano das enfermeiras

Cotidiano das enfermeiras

Uniformes das enfermeiras

Alimentação fornecida na guerra e segredos guardados nas gavetas



VISITAS MONITORADAS E AÇÕES EDUCATIVAS PODEM SER AGENDADAS PELO TELEFONE 99212 9325
Centro de Documentação Histórica Pesquisa da II Guerra Mundial - Cap. Ref. Enf. da FEB Altamira Pereira Valadares.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Elza Cansanção Medeiros

A enfermeira chefe Elza Cansanção Medeiros com pracinhas feridos no 45 th General Hospital em junho de 1945,
 Nápoles (Itália)


Acervo do Centro de Documentação Histórica 
Pesquisa da II Grande Guerra (1939/1945) 
da Cap. Ref. Enf. da FEB
"Altamira Pereira Valadares"

Registro Fotográfico

O artista da Rádio Nacional, Grande Othelo, esteve no Show da Vila Militar, oferecido à FEB (Força Expedicionária Brasileira), antes de partirem para o velho mundo, em final de julho de 1944.


Da direita para a esquerda: Novembrina Augusta Cavalero, Helena Vieira dos Santos, Maria celeste Fernandes, Fausta Nice Carvalhal, Grande Othelo, Maria Luiza Henry, Haydée, Antonieta Ferreira, Maria Luiza Botelho, Sylvia Pereira Marques e Maria José Wassimon.

Acervo do Centro de Documentação Histórica 
Pesquisa da II Grande Guerra (1939/1945) 
da Cap. Ref. Enf. da FEB
 "Altamira Pereira Valadares"